Em meio à tantos “achismos” algumas certezas!

Começando a semana, com texto da nossa Embaixadora Cris Soares, para refletirmos um pouco.



 



"Eu queria uma festa de quinze anos enorme, com um vestido de princesa e um lugar mega decorado. Ganhei uma festa em casa, com os amigos mais íntimos e foi uma das noites mais divertidas da minha vida!



Eu achava que casaria aos 25, mas essa idade chegou rápido demais, então decidi que casaria aos 27. Vou casar aos trinta e estou curtindo muito essa nova fase!



Eu achava que teria o meu primeiro filho aos 30. Agora que os 30 chegaram acho que vou ter aos 33, mas talvez mude de ideia...



Eu sempre achei que antes de casar teria uma casa com um pátio legal para termos um cachorro. Depois percebi que o que queria mesmo era um apartamento com três quartos. Acabei me apaixonado por um apartamento com um quarto só e apesar de saber que ele será provisório, estou entusiasmada com a ideia de iniciar a vida a dois nesse cantinho e tenho a sensação de que ele nos trará muita felicidade...



Eu achava que antes dos trinta teria meu próprio carro e que empreender, embora fosse uma vontade, era algo muito difícil e distante. Percebi que ter um carro não era uma prioridade para mim, mas seis meses antes de chegar aos 30, topei o desafio de empreender e inaugurei uma empresa com a minha irmã.



Eu sempre achei que teria um casamento bem tradicional, uma festa grande, cheia de convidados! Meu casamento terá menos de 30 convidados, será uma cerimônia simples, mas exatamente como eu desejo neste momento.



Sempre achei que a festa de casamento era um dos meus maiores sonhos. Hoje vejo que, apesar de ser importante, não estou disposta a abrir mão de outras coisas por ela e que meu amor por viajar supera o de fazer uma festa de casamento...



E em meio a tantos “achismos” descobri que deixar a vida nos surpreender, as vezes vale muito a pena e que, embora o planejamento seja algo essencial, precisamos estar abertos para enxergar que as vezes as coisas não acontecem exatamente como prevemos... As vezes elas são ainda melhores!



Em meio a tantos “achismos”, tive a certeza de que abrir mão de ter o controle de tudo e permitir que a vida nos reserve algumas surpresas torna tudo mais interessante e nos permite viver experiências e descobrir coisas que jamais teríamos a oportunidade, se nos mantivéssemos inflexíveis quanto aos nossos planos e desejos...



Em meio a tantos “achismos” descobri que mudar de ideia não é ser incongruente. Incongruência é permanecer fazendo o mesmo, perseguindo coisas que já não fazem mais sentido, quando a vida nos traz tantas possibilidades de experimentar coisas novas...



Em meio a tantos achismos percebi o quanto desperdiçamos energia quando sofremos por antecipação, a final de contas, as coisas podem acontecer de forma muito diferente do que imaginamos...



Mas acima de tudo, em meio a tantos achismos eu me dei conta de uma certeza: escolher ser feliz, independente do que aconteça, é uma escolha que cabe somente a mim e hoje eu escolho ser feliz!".



Cristiana Soares - Coach de Encorajamento




  • 20/03/2017 - 10:32:30

#Espirítodacoisa: A REDENÇÃO AS POCHETES

A volta triunfal da pochete após 500 anos de sua origem, mostra a efemeridade da moda e coloca em pauta a discussão de que o que é cafona hoje, pode ser sim a tendência de amanhã.



A pochete, conhecida nos séculos passados como bolsinha da cintura ou pockets, consagrou-se por sua funcionalidade e praticidade e teve seu auge nos anos 80 e 90. Contudo, a bichinha existe muito antes do Brasil e ao longo de sua história, recebeu inúmeras nomenclaturas e ganhou diferentes versões e enfeites.



Foi somente no século XII, que o item se tornou um acessório de moda e de status, já que começou a ser usada para guardar coisas de valor.



Na década de 80, a pochete era o hit do momento. Reinava em todos os lugares e ocasiões e sua simplicidade e versatilidade era tamanha que o item era totalmente democrático, sendo usado por homens e mulheres.



Sem explicação aparente, a pochete foi banida do mundo fashion e altamente criticada e julgada como brega. Opiniões diversas divagam sobre a possível influência dos materiais usadas na produção, que não atraiam, especialmente, as mulheres, por sua simplicidade e aspecto rústico.



Depois de muitas tentativas de recolocar a pochete no trend alert, por Emporio Armani, Hermés, Rachel Zoe...a pochete voltou como tendência do verão 2017, graças a Chanel, em sua última coleção.





Atualmente, a bolsa é chamada de belt-bag e sua nova versão surge com uma releitura mais sofisticada, com uma proposta mais jovial e glamurosa. A pochete agora é um acessório fashion e em muitos casos faz parte do look, inclusive, sua ausência pode prejudicar a composição das peças. Atualmente, a confecção e acabamento são de alta qualidade, dando um ar de riqueza a produção e, principalmente, mostra personalidade no se vestir.   



Quem encara essa tendência? 


  • 14/03/2017 - 16:53:17

Foco na mulher: review 2017

Pode parecer um clichê da vida bloguerística, mas é vida real mesmo. Estamos numa correria diária que acabamos deixando o blog em Stand By.   



Contudo, porém, entretanto... cá estamos nós voltando ao ritmo, programando e planejando várias publicações dignas de espera. wink



O tempo passou como um espirro e lá se foram o carnaval, o Oscar, dia das mulheres e nos encontramos em plena Fashion Weeks. Vocês devem se perguntar, que blog é esse que deixa passar momentos tão importantes do cotidiano da moda e da beleza...



A verdade é que a Metamorfose não vem mostrar o que todo blog mostra. Queremos entregar a vocês mais do que imagens de famosos e roupas caras. Queremos mostrar a realidade e como transformar a moda/beleza em uma forte aliada dessa nossa jornada de cada dia. Buscamos conteúdo e informação com simplicidade, mas com a nossa essência de transformar para melhor a sua vida, de alguma maneira.



Enfim, hoje trazemos os aspectos mais relevantes e que nos chamaram a atenção nos últimos tempos e que deixamos de trazer por aqui. Segura ai que tem coisa...



CARNAVAL



Eu estava na minha rotina de leitura de blogs diários (durante o carnaval) e me deparei com esse post da Jojo. O assunto violência contra a mulher tem ganhado espaço nas rodas de conversa e isto me deixou pensativa.



Será que estamos reconhecendo a importância de debater sobre a questão, que estamos dando vozes a centenas de mulheres, que desencorajadas pelo assédio, já não pretendiam deixar suas histórias serem fontes de força e determinação para lutar contra os criminosos? Será que estamos mesmo, ao falar sobre a violência doméstica, conscientizando as pessoas a denunciarem seus agressores, e fazendo eles se absterem de tratar as mulheres com abuso e crueldade? Será que a informação enfim tomou forma e está dando resultados ou estamos mesmo desesperados? Será que os números de feminicidio têm aumentado ao ponto de precisarmos urgentemente falar sobre isso?



Sinceramente, não importa as razões que nos levam a falar da violência contra a mulher.  O importante é que estamos falando. E cada vez mais, como no blog da Jojo, vemos mulheres se unindo, demonstrando compaixão e solidariedade entre si e para uma causa que ainda está apenas começando. Carnaval não pode ser sinônimo de assédio, balada não pode ser sinônimo de abuso, mulher não pode ser símbolo de violência, seja ela qual for.



A pouco tempo descobri que uma amiga sofreu abuso, ano passado, por um parente seu. Quando os índices atingem nossos conhecidos, tudo fica mais difícil. A verdade é que ninguém, nenhuma de nós, está livre disso. E precisamos falar sobre violência contra mulher em termos palpáveis, pois é fácil discutir algo que está aparentemente longe de nós. Precisamos falar sobre violência contra a mulher como se cada uma fosse a mesma pessoa. Porque se você se colocar no lugar dela, se você se imaginar no lugar dela por um segundo... você compreenderá que empatia nenhuma do mundo é capaz de fazer você se sentir como ela se sente...



Então que o diálogo sobre a violência contra as mulheres comece por falar de desrespeito, falta de liberdade de expressão (de se vestir, de se falar, de opção sexual), aceitação de diferenças, tolerância e amor ao próximo. Que fale sobre como devemos criar nossas filhas e como devemos criar nossos filhos. Que fale que masculinadade não está relacionada a força, dinheiro e rigidez e que a mulher tem compromisso com o casamento e a maternidade. Que fale da mulher como o ser humano que ela é... com suas limitações, qualidades e defeitos.



OSCAR



E por falar em empoderamento das mulheres, vocês já leram esse site? Ele é massa demais e é a inspiração deste segundo tópico.



A Academia de Hollywood pagou o mico do ano ao dar o prêmio de melhor filme do ano para “La la Land”, sendo que o real vencedor era “Moonlight”. O equívoco levou a equipe do filme a subir no palco para dar o discurso. O apresentador da categoria, o ator Warren Beatty, disse ter recebido o envelope errado, mas a confusão gerou murmúrios e, claro, memes. 



reaction oscars confused shocked oscars 2017



Aqui entre nós, embora existam algumas teorias conspiratórias desta premiação, errar é humano. Mas convenhamos que algumas ações da Academia soaram estranhas e contraditórias. Exemplo, o recorde de indicações de negros ao Oscar em 2017, sendo que ano passado nenhum negro foi indicado e algumas premiações. Como a do caso de Casey Affleck, melhor ator.



Casey foi denunciado por assediar sexualmente mais de uma mulher durante as gravações de I am Still Here. O caso foi resolvido sem muito alarde, fora do Tribunal. E esse fato fez com que muitos se questionassem sobre a entrega do prêmio a uma pessoa com passado de abuso e como tudo é “esquecido e apagado” quando se trata de homens que erram.



Copio aqui o que o Site Think Olga comentou: “Não há nada de errado com o fato de ele reconstruir sua vida, mas existe algo de doentio quando essa oportunidade é tão facilmente concedida a homens que machucaram e sacrificaram mulheres com quem se envolveram. Tudo bem um homem ser a representação de um perigo às mulheres – contanto que não seja um perigo à sociedade que as excluí. A rigidez moral do senso comum que tanto castiga uma mulher considerada “vagabunda” desaparece diante de um assassino de mulheres. A ele, uma segunda chance, um recomeço. A ela, a ideia de que merece tudo de mau que lhe acontecer e muito mais.”.



DIAS DAS MULHERES



Como as duas outras reflexões caíram bem com o assunto “Dia da Mulher”, né não?



Para completar, vocês sabem a diferença de feminismo e femismo? Sabe o significado de sororidade?



Obviamente, não sou expert no assunto, mas de forma bem simples o feminismo é um movimento político, social e filosófico que tem como objetivo a equidade de gêneros, pela busca do empoderamento da mulher e da liberdade de opressões patricarcais da sociedade. Logo feminismo não é o contrário de machismo, que enaltece uma suposta superioridade dos homens. O machismo às avessas é chamado de femismo, ou seja, é a prática que considera a mulher superior ao homem.



O feminismo tem tomado rumos importantes nas discussões atuais e tem contribuído para mudanças sociais.



Junta à ele, temos visto nos debates a palavra sororidade. Ela vem do latim e não existe uma tradução para a língua portuguesa. Ela é semelhante a fraternidade, porém focada na aliança entre mulheres e é praticada e promovida pelo feminismo atual. Promove a identificação das mulheres entre si e o mútuo apoio, por meio de relações solidárias entre elas.



Se você se interessou por essas questões, leia mais aqui.



MUNDO FASHION



A timeline das redes sociais é só Fashion Week...sobre ela deixaremos um post reservado para tratar das tendências. O que eu quero falar dessas semanas...é como a moda ajuda e inclusive é um instrumento de promoção da igualdade de gêneros e do protesto contra o machismo. Como ela tornou-se uma ferramenta fundamental para liberdade de expressão, para a democracia, e para podermos comunicar o que somos e pelo que lutamos.



E olha só como uma simples peça pode dizer algo e fazer algo. A t-shirt “We Should All Be Feminists” (frase surgida no livro de Chimamanda Ngozi Adichie, apresentando numa Conferência TED) da Dior, tem ganhado os bastidores de eventos. Ela foi apresentada nas coleções de verão 2017 – setembro/2016, ganhou o street style, mas só agora chega às lojas da Maison.





Cada camiseta custa em torno de US$ 700 (preço mega salgado), contudo parte das vendas será revertida para a Clara Lionel Foundation, instituição criada por Rihanna, que arrecada fundos para comunidades em desenvolvimento.



Vale a pena ver a apresentação da tese de Chimamanda.





Beijokas =D


  • 14/03/2017 - 15:36:42

Tutorial de Maquiagem Rosa Glam



Como prometido, mais um vídeo que por conseguimos (com muita luta) filmar, editar e postar. Super fácil e usando poucos produtos! 





Segue lista de produtos usados no tutorial:



- Sombra Cinnabar Mary Kay



-Sombra Coal Mary Kay



- Primer de sombras Mary Kay



- Pigmento Crystal Rubi da Toque da Natureza (comprei na Tropical em Joaçaba)



- Sombra prata Koloss (comprei na Maria Bonita em Joaçaba)



- Delineador em gel Mary Kay



- Lápis branco Vult



- Pó compacto Vult n. 06 (uso pra blush)



- Blush rosado Mary Kay (pouco, para dar ar de saúde)



- Iluminador Lightscapade Mac



-Iluminador de sobrancelha e lábios, sombra dourada RZ 



- Batom, fiz misturinha do batom líquido matte Cacau da Ricosti + Batom n. 02 da Vult 



Espero que gostem e façam proveito



Beijos da Cami


  • 09/03/2017 - 07:33:43

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